Archive | novembro, 2012

We sayin’ oh we oh

29 nov

You are now rocking with Will.i.am and Britney, bitch!

Ontem a noite, durante o X Factor, foi apresentado o mais novo clipe do Will.i.am, com participação da girl that everyone’s is seeking: Britney Spears. Jurada do programa favorito da minha mãe, Britney aparece no clipe linda, magra e loira, cantando as mesmas coisas repetidamente e cercada de clones.

Pelo twitter, Will.i.am comparou a participação da cantora como um “renascimento” e que “mudou a vida dele”. Particularmente, eu achei um exagero o comentário do cara do Black Eyed Peas porque, convenhamos, a Britney não fez lá grandes coisas nessa música.

Mas deixando de lado a minha péssima mania de por defeito em tudo, Scream & Shout é um música bem boa e, ao assistir o clipe, já consegui me imaginar na balada dançando loucamente enquanto berro o título desse post. Até admito que cogitei a hipótese de imitar o boné dele, só porque é legal.

boné irado do Will.i.am

Enfim, a moral da história é a seguinte: DJs de todo o mundo, toquem essa música nas festas; e Britney, pare de fazer participações em clipes aleatórios e lance logo músicas novas.

Gabriela

@gabrielacav_

you can’t spell husband without band

23 nov

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Nós do seis de outubro queremos desejar um feliz dia do músico para todos os músicos que serviram de inspiração na nossa vida, assim como para os que ainda servirão, não apenas com suas canções, mas com trabalhos domésticos e criação de crianças, afinal, já diz o título do post: “you can’t spell ‘husband’ without ‘band'”.

Top 5 depressão

20 nov

Com o final do semestre, mil trabalhos por fazer, provas para estudar e – no meu caso – a formatura chegando, alguns se desesperam, outros se deprimem. Eu, particularmente, estou no grupo de pessoas deprimidas. E pior ainda, estou no grupo de pessoas deprimidas que curtem a depressão e escolhem uma trilha sonora apropriada para ajudar – ou tornar tudo bem pior. Então, para alegria (?) de todos os drama-queens aqui vai um top 5 bandas depressivas.

1: Death Cab For Cutie

Muitos podem dizer que é uma banda querida, que é bonitinho e tudo mais. Bom, pra mim Death Cab é sinônimo de depressão. Daquelas bandas que dá vontade de ouvir jogado na cama, no escuro, esperando a morte chegar (ta, menos, mas vocês entenderam).

 

2: Papa Roach

Uma vez alguém me disse que Papa Roach é a melhor banda para ouvir quando se está mal, porque o ritmo mais animadinho te ilude e até parece que tu ta ouvindo uma música feliz, apesar da letra no maior estilo dor de cotovelo.

 

3: The Smiths

Acho que The Smiths dispensa apresentações e explicações, já que a voz do Morrissey – além de linda – dá vontade de ir correndo e abraçar ele, de tanto sofrimento.

 

4: Placebo

Sou um tanto suspeita pra falar de Placebo, já que é uma das bandas que eu mais escuto. Não que eu fique deprimida com freqüência ou algo do tipo, nada disso. Mas sei que não sou a única que acha que Placebo é uma boa coisa para ouvir quando tudo está errado.

 

5: Lifehouse

Alguém lembra de Lifehouse? Se já esqueceu não tem problema, porque eu duvido que exista alguém que não tenha sofrido com You and Me (and all of the people, with nothing to do, nothing to lose…). Então, a maioria – senão todas – as músicas da banda seguem a mesma linha maníaco-depressiva. E bem, há quem goste.

 

Cristiane

@crisbastianello

sdds praia

18 nov

Eu acho que existem músicas de ouvir no inverno e músicas de ouvir no verão. As de ~frio~ a gente acaba não notando tanto porque está naquela correria de aula, trabalho e compra de casacos. No verão, férias lindas, eu sempre acabo escolhendo por acaso uma banda, cuja música grita SOL MAR DESCANSO. Nesse ano, as férias ainda estão longe, mas eu acho que estou tão sedenta da rede da minha casa da praia que já escolhi a banda: BEST COAST.

Gente, não dá, até o nome já fala em praia.  Dêem uma olhada na capa dos dois discos, gritando MAR, CALIFÓRNIA, VERÃO:

Eu sei que o The Only Place foi lançando em maio e eles até já tocaram no Planeta Terra, então já passou, mas eu consigo sentir o vento nos meus cabelos quando ouço as faixas. E, na minha sincera e humilde opinião, o álbum começa a ficar muito mais válido agora, quando a temperatura começa a combinar com as melodias e letras.

No álbum anterior, Crazy For You (que também é bem legalzinho), a vocalista Bethany Cosentino passa o tempo todo obcecando por amores, relacionamentos e um caras, algo que já está estampado no nome – e na música-título:

I can’t do anything without you
Can’t do anything with you
Drive me crazy but I love you
Make me lazy but I love you

 Agora, The Only Place – notem pelo nome e vejam o urso (que, inclusive é o da bandeira do estado) abraçando o mapa da Califórnia na capa – tem um tema um pouco diferente. Apesar de ainda ser cheia de juras e amor etc e tal, a temática do disco agora é ~lar. E eles não tem dúvidas qual o lugar favorito deles, Los Angeles. Em uma entrevista, a vocalista comentou que o álbum vem de um momento da vida em que ela estava viajando o tempo todo e começou a se sentir ~homesick. E as letras mostram isso muito bem:

I’ve seen all the mountains
Yes, I’ve seen all the trees
I’ve seen all the water
But nowhere compares to home

(Let’s go home)

Mas voltando ao verão. A Bethany Cosentino, tem uma voz tão meiga e melodias tão agradáveis que até quando ela tá triste a gente fica feliz porque a praia tá logo ali. Mas, também, ela mora na Califórnia que, como já diz o nome da banda, fica na melhor costa – and they’ve got the ocean, the babes, the sun, and the waves.

Minha música favorita é o single que leva o nome do álbum, The Only Place, que, além de ter um clipe genial, entrou fácil fácil pra minha listinha de feel good songs, aquelas que não dá pra não sorrir quando tocam. Vejam aí:

Eu gostei tanto do cd que até fui rever The O.C e agora – logo que parar de atropelar a baliza e tirar carteira – estou sonhando em dirigir um carro conversível do norte ao sul da Califórnia, sentindo o vento nos meus cabelos e ouvindo Best Coast.

Por sinal, esses dias saiu o novo clipe deles, Do You Love Me Like You Used To, tão ótimo e praiano quanto o single anterior:

Quem ainda por algum acaso mágico não ouviu esse cd, opor favor o faça and leave the cold behind, we’re gonna make it to the beach on time.

Natasha
@natasha_wh

Sobre computadores estragados e desespero

12 nov

Quem nunca passou pela tragédia de perder todas suas músicas? Bom, eu estou passando por isso agora e não me surpreendo com o meu desespero.

Tudo começa quando em um belo dia seu notebook resolve não ligar. Você tenta e tenta, mas nada acontece. Conformado, você leva aquele objeto que contém (no meu caso) boa parte das coisas importantes que tu tem na vida. Fotos, vídeos, filmes, séries, textos – e as tão amadas músicas – para alguém consertar.

Mas tudo bem, você ainda tem esperança que o técnico vai telefonar e falar que não foi nada, que tudo ficou bem. No meu caso, a notícia veio pela minha mãe. Quando ela chegou em casa sem meu notebook eu já sabia o que viria a seguir. Ela até estava animada e não entendeu minha decepção quando disse que compraria um notebook novo para mim.

É difícil para alguém entender porque eu preferiria o computador velho, com o teclado completamente gasto e milhares de pastas bagunçadas contendo todo o tipo de música.

E é estranho, porque se a gente para pra pensar não é um problema muito grave. Afinal, é só baixar as músicas de novo, pegar com amigos, sei lá. Mas sofro por aquele CD’ s que demorei horas para conseguir baixar e aquelas músicas aleatórias que alguém me mandou anos atrás ou que falaram para eu baixar. Nunca mais vou lembrar quais eram, mesmo que gostasse da música.

Isso sem falar nas playlists, pois sempre tive o hábito de montar a setlist dos shows em meu computador. Sabe, para quando der saudades daqueles momentos. E acreditem, foram muitos shows. Ou então quando tu acorda e pensa: Bá, vou colocar uma música enquanto me arrumo pra aula. Não, esquece isso. Se quiser música vai ter que procurar na internet ou ouvir o pouco que sobrou no celular – ou qualquer outra coisa que tu use pra ouvir música. Às vezes chego a esquecer que não estou mais usando meu computador e abro o Itunes tranquilamente, lembrando daquela banda aleatória que tá abandonada há séculos. Ai quando o programa abre é aquela depressão, porque só tem dois ou três CD’s que tu teve tempo de baixar e fica ouvindo repetidamente.

Espero, sinceramente, que eu não seja a única pessoa que é tão apegada as suas músicas. Talvez esse tenha sido o motivo para escrever tudo isso. Às vezes compartilhar o sofrimento – e a loucura – faz as coisas parecerem melhores.

@crisbastianello

Top 5 Coverland

8 nov

Dizem que nada se cria, tudo se copia. No mundo da música, o cover funciona como uma válvula de escape: posso copiar porque, afinal, eu to fazendo um cover. Ético? Hmmmm, talvez não, mas quem se importa? Adoramos covers e, convenhamos, alguns são infinitamente melhores que as músicas originais.

Eu, particularmente, tenho um amor absurdo por covers, então, meiga como eu sou, resolvi compartilhar com vocês o meu top 5 de covers preferidos. Continue lendo

o dia que comprei em dólar no itunes

3 nov
tem coisa mais irracional da raça humana que comprar mp3? sabe aquela propagandinha “mande agora um torpedo par 4456666 e baixe por 4,99 o novo sucesso do luan santana” quando é só jogar no google novo sucesso do luan santana 4 shared e pronto. Pois eu esses dias comprei música no Itunes. era só ter esperado mais alguns minutos e alguém colocar no 4shared, mas não. 4 dólares que já eram.

a compra em questão era o novo cd da sandy! sim eu sou fã da sandy, acho que é alguma coisa não superada da minha adolescência, mas também hoje em dia é um fato exótico da minha mitologia pessoal, que se não faz de mim pessoa melhor, faz no mínimo mais curioso.

o cd – ou o ep – eram 5 músicas que do novo projeto “Principios, meios e fins” (melhor nome) e são faixas, que ok, não vao mudar o rumo da indústria musical contemporânea, mas são divertidas. Pra mim pelo menos.
é claro que ninguém vai ouvir, e vão dizer que são péssimas, pretensiosas, etc. tudo em função do signo-significado-significante sandy, já que todo mundo tem uma implicância, só por que ela aparecia brega na tv aos 16 anos cantando “as folhas caem no quintal”. Mas com licença, Luciana, mas todo mundo é cafona com 16. Se tu tá lendo aí e tem 16, voce é cafona também, e um dia vai ter noção disso. Fica aí o spoiler de vida.
***
O mais legal é que esses dias, meio bêbado, eu “facebooquiei” um trecho de “aquela dos 30” – música em que ela fala sobre fazer 30 anos, ficar velha e pã – e muitaaa gente deu like! Ou seja, voces todos curtiram a Sandy indiretamente. Durmam com essa dor na consciencia. Levem pra terapia.

OBS.: enquanto ocorria o lançemento do EP na segunda a noite, e eu gastava em dolares, também rolava o furacão Sandy lá nos states. Entre piadinhas bem chatinhas, tweets sérios sobre o assunto e meus amigos-fãs comentando as músicas e enviando tweets pra sandy chamando de PERRRFEITA, pode-se dizer que só se falou sobre Sandy naquelas horas.

Ouve aí “Segredo”, faixa de amorrr do CD
Pedro Veloso*
@pedro_veloso

* Pedro Veloso é jornalista da grande imprensa, blogueiro, trendsetter e fã. 
Hoje ele também lança carreira fonográfica. Pra tentar tirar foto com ele, é só enfrentar seis horas e meia de fila pra entrar no Beco e curtir a Indi-o-kê.
Quem quiser conhecer um pouco do trabalho dele, compra a edição de sexta-feira do Correio do Povo e procura pelo Mais Preza. Ou acesse o site: http://emilydizola.com